Ares não guia, não está confiante, ele simplesmente está se deixando levar até o momento em que ele será obrigado a escolher.
Ele não está seguro, ele esá adiando uma decisão que um dia ele terá que tomar.
Ele um dia terá que escolher, nem que seja seguir em frente a pé, sem optar por nenhum dos cavalos.
Ele quer ir para frente, ele olha para frente, para seu objetivo, mas ele está em uma carruagem com cavalos indo cada um para um lado.
ele não quer forçar, quer ver onde tudo vai dar, mas uma hora isso não será possivel, uma hora, os cavalos estarão longe demais para ele segurar, ou então vão partir a carruagem.
Ele poderia conte-los, ele poderia montar em um só, ele poderia simplesmente saltar da carruagem, mas não faz nada disso.
Porque se o fizesse não seria o momento do CARRO.
O Carro é isso, esse se deixar levar, esse adiar, esse simplesmente não agir.
Deixar ver onde as coisas vão dar.
A simbologia é forte na carta, apesar dos poucos aspectos simbólicos.
Não tem agua, não tem nuvens, não tem nada, só o Homem, a carruagem e os dois cavalos opostos.
O erro estar em focar nos cavalos, a dualidade é forte, mas não é a marca desta carta.
Um dia você vai abrir sua mente, sem ajudas.
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