sexta-feira, janeiro 15, 2010

The Night Before

(The Beatles)

We said our goodbyes
Ah.. the night before
Love was in your eyes
Ah.. the night before
Now, today I find
You have changed your mind
Treat me like you did the night before.

Were you tellin' lies?
Ah.. the night before
Was I so unwise?
Ah.. the night before
When I held you near,
You were so sincere.
Treat me like you did the night before.

Last night is a night
I will remember you by
When I think of things we did,
It makes me want to cry

We said our goodbyes
Ah.. the night before
Love was in your eyes
Ah.. the night before
Now, today I find
You have changed your mind
Treat me like you did the night before. Yes.

When I held you near,
You were so sincere
Treat me like you did the night before.

Last night is a night
I will remember you by
When I think of things we did,
It makes me want to cry

Were you tellin' lies?
Ah.. the night before
Was I so unwise?
Ah.. the night before
When I held you near,
You were so sincere
Treat me like you did the night before.
Like the night before.
Sabe quando você tem vontade de escrever algo que você sabe que vai se arrepender depois?
Ai começam aqueles posts confusos, com mensagens subliminares, aumentando ainda mais a confusão.
Esse post parece um deles, mas não é. Não tem mensagem subliminar. Eu tô incomodada, tô insatisfeita, continuo com um sentimento de desvalorização grande, porque como eu já cansei de dizer, não adianta nada só falar... Eu quero ver começar a agir de acordo com o que diz.

segunda-feira, janeiro 11, 2010

Loucuras

Hoje estou um pouco melhor do que nos ultimos dias, talvez porque finalmente eu consegui externar (chorar) um pouco do que eu ando sentindo.
Sei que continuo sendo mal interpretada, sei que o que eu falo ou o que eu sinto não está sendo compreendido como deveria, mas em parte a culpa é minha, afinal eu não sou um primor com as palavras, principalmente quando me afetam.
Então, pra tentar amenizar a quantidade de mal entendidos, eu resolvi escrever tudo que me chatear, mesmo que muito pouco, mesmo que seja insignificante, mesmo que não tenha a menor importancia.
E ai, depois de escrever a situação, tentar explicar porque ela me afetou e principalmente o quanto me afetou.

Pra dar inicio à essa fase extremamente franca e aberta, vou começar com um acontecimento de hoje.
Eu fui ler um blog de um conhecido que é amigo do meu bf. Dei de cara com dois posts que eu realmente queria comentar, porque faria sentido... Então eu cliquei em "comentar" e ao abrir percebi que a pessoa que é o principal motivo desse blog estar fechado pro publico havia comentado também.
O que não tem nada de errado, afinal essa pessoa é amiga próxima do dono do blog, mas eu me senti constrangida de postar, me senti como se estivesse "invadindo" uma área que não me diz respeito.

Esse relato é um relato bobo, de uma situação cotidiana que me frustrou um pouco, mas não é nada demais, não me causa magoas nem nada disso. Só me faz pensar o quão despreparada eu estou para lidar com determinadas situações que pelo que pude perceber serão corriqueiras na minha vida daqui por diante.

Também me fez pensar sobre algumas outras coisas que acontecerão daqui pra frente, mas que como a minha política é não sofrer por antecedencia, resolvi ignorar.

A verdade é que eu tô aprendendo a lidar com isso tudo e não sei se tô conseguindo, mas ouvi algumas pessoas, cada uma com um conselho diferente, ouvi minha consciencia, ouvi todo mundo que eu tinha pra ouvir, inclusive essa voz aqui baixinho na minha cabeça que fica me falando coisas ruins. he he he

Agora é esperar o tempo curar a ferida e as atitudes mostrarem que não é como eu penso. Porque falar é facil, é bonito, alivia e faz bem, mas é no dia a dia que a gente vê.

Outra coisa que tem me incomodado muito é que eu tô com um choro entalado, preso e não consigo colocar pra fora, não consigo chorar. Pra falar a verdade, eu consigo sim, por 2 minutos e paro e em momentos as vezes muito impróprios.
Estou muito sensivel, bem abalada, com ecos que não se calam na minha cabeça.
Determinadas coisas eu provavelmente nunca esquecerei e cada vez que eu levanto de manhã já com alguma dessas frases reverberando na cabeça, algo aqui dentro meio que morre, alguma barreira se levanta e eu não quero mais levantar barreiras.
Eu não consegui separar o lado amiga do lado namorada. Consegui na hora, fiz o que era preciso (como sempre faço), mas as consequencias disso (em mim) foram terriveis, acabou comigo.

Eu não sei mais o que dizer...

sexta-feira, janeiro 08, 2010

Sabe quando você fala e parece que ninguem mais no mundo consegue te entender?
Eu costumo me sentir assim frequentemente. Normalmente esse tipo de sentimento vem quando lido com pessoas que eu SEI que são incapazes de me compreender, seja por burrice, seja por ignorancia, seja por falta de vontade mesmo.
Esse tipo de gente não me incomoda, inclusive eu até prefiro que não me entenda, que não me conheça e principalmente que não se aproxime, afinal eu sou louca, instável e não sou digna de confiança. Gosto que me rotulem assim, gosto que mantenham distancia, gosto de não ter que dar satisfação pra essas pessoas.
Existe um padrão comum em todas as pessoas que eu permito que cheguem perto, que me conheçam: todas elas cismam de tentar me entender, definir padrão comportamental e esperam e prejulgam baseadas em coisas que já passaram. Como se eu agisse da mesma forma sempre. Como se eu sempre reagisse da mesma forma a estimulos semelhantes.
Nenhuma dessas pessoas nunca parou pra reparar a infinidade de váriaveis que agem em cima de uma determinada situação, fazendo com que ela seja unica e transformando a forma como eu vou lidar com ela em unica também.
Algumas pessoas inclusive generalizam completamente, fazendo com que questões que não são semelhantes, PAREÇAM semelhantes aos olhos delas.
Eu não gosto nenhum pouco de ser prejulgada com base em experiencias passadas. Não gosto de levar esporro baseado em coisas que os outros pensam que eu posso vir a pensar ou acham que motivou determinada atitude minha.
Quer saber o q me motivou? pergunta. Não sai concluindo e atirando pedra sem antes saber.
Até porque eu não sou o monstro que pintam, só pareço ser.
Ultimamente tenho sido muito mal interpretada até por pessoas que eu achava que conseguiriam me compreender, mas a necessidade de defesa é tão grande que não enxerga um palmo diante do nariz.
Eu agora tô armada até os dentes, atrás de trincheira e protegida por qqer espinho ou veneno que eu possa soltar.
Sair daqui agora tá dificil.
Pra variar não vou concluir.
Eu tô de saco cheio de algumas coisas, as situações que parecem se resolver na realidade só desencadearam uma reação em cadeia.
Sim, eu estou com ciúmes, nada mais natural depois das coisas que vivenciei essa semana.
Sim, eu não aguento mais ser comparada, ouvir falar ou até mesmo saber que está viva.
Exagero? Total. Tenho plena consciência disso e pra piorar tudo: eu ODEIO isso, eu ODEIO me sentir assim e não levo o MENOR jeito para lidar com isso.
Eu sou uma pessoa racional, madura, normalmente segura e que prefere ficar só a se sentir desse jeito.
E aqui estou eu, a mulher madura, racional e segura, pagando de aborrecente e se sentindo o coco do cavalo do bandido por isso.
Se algúém tivesse idéia de como me faz mal isso...

quarta-feira, janeiro 06, 2010

Textos de hoje

De manhã....
Encerramentos são sempre complicados, necessários, mas complicados. Estava conversando com uma amiga hoje mais cedo sobre a necessidade de se colocar um ponto final nas etapas que passaram.
Pode parecer besteira, como eu já ouvi algumas vezes, mas é extremamente importante para que se possa continuar andando pra frente.
Uma coisa é certa, num término de relacionamento (seja emocional, profissional ou qqer coisa assim), uma pessoa está saindo da carta da morte enquanto a outra está bem no meio da carta da torre e essa pessoa vai precisar desse ponto final mais até do que a outra.
Só pra explicar, a carta da morte e a carta da torre no tarot significam mudança, mas elas possuem uma diferença basica: na carta da morte a mudança acontece de fomra natural e aos poucos, uma coisa morre para que outra nasça. não deixa de ser algo sofrido, porque abandonar algo é sempre uma questão delicada, mas acontece de forma mais natural.
Já no caso da carta da torre o buraco é mais embaixo. Na torre tudo que você acredita é destruido e vc é obrigado a mudar, não porque quis, não porque foi natural, mas sim porque fatores externos fizeram com que o mundo como você conhecia não existisse mais.
Como se pode seguir em frente se nos sentimos constantemente atraidos pelo que está atrás?
Eu sinto falta de não ter olhado nos olhos de determinadas pessoas e ter dito exatamente como eu me sentia, ou como elas me faziam sentir. Encerrar mesmo.
*****

De tarde....
Eu tô com um sentimento preso aqui dentro, como se estivesse cheia até a boca, me sinto pisando em ovos e que embaixo desses ovos tem muitos pregos. Eu sinto como se eu precisasse manter a calma e a tranquilidade para poder ficar em cima desses ovos bem, mas a minha vontade não é exatamente essa.
A impressão que eu tô tendo nesse exato momento é que algo está definhando aqui, me sinto esmagada, uma mistura de tristeza, ciumes, angustia, diminuição, medo.
Não sei se faz ou não sentido me sentir assim, mas estou muito frágil, angustiada por não saber o que diabos eu fiz/faço. triste por ver pessoas que eu amo sofrerem, com ciumes e me sentindo diminuida (apesar de não fazer o MENOR sentido) por achar que eu nunca terei tamanha importancia. Com medo de arriscar tanto, de me esforçar tanto pra ser antes de tudo amiga e no final dar com os burros n´agua de novo.
Eu tô esmagada pela avalanche que não veio diretamente em cima de mim, mas que me acertou também.
Eu tento ficar posando de forte, perguntando se tá tudo bem, ignorando como me sinto, sendo forte pra quem precisa, mas tem momentos como esse em especifico que eu desabo.
Muita coisa, muita gente, muito stress e tudo que eu queria era paz.

terça-feira, janeiro 05, 2010

Angústia

Eu estou há dias angustiada com essa situaçãoo. A incerteza é muito complicada e eu não sei lidar muito bem com esse tipo de instabilidade.
Eu sou uma pessoa instável, aparentemente confusa e que não costuma se importar com muitas coisas que por outros são consideradas necessarias, mas eu fui adquirindo com o passar dos anos uma necessidade muito grande de saber onde eu piso (provável que por conta do Diego).
Para quem não está entendendo nada, eu estou num momento de transição profissional. Não tenho problemas em mudar de área (como já fiz algumas vezes), nem em sair do estado e muito menos de largar o certo pelo duvidoso. Todas essas coisas são tranquilas pra mim, o que acaba comigo é ficar nessa incerteza, nesse não fode nem sai de cima, sem saber como será o dia de amanhã.
Porque, uma vez decidido o que vai ser feito, certo ou errado, eu vou de cabeça. Foi a MINHA escolha e eu arco com as consequencias aproveitando o máximo a experiencia e tb DA experiência.
Eu quero decidir. Isso que eu quero, só não sei ainda COMO.
Obs: Testando um gadget do blogger :D

Ano novo, Blog novo.

Como vocês devem ter notado, o meu blog, além de estar com um novo formato, está restrito.
Essa medida, pode ser considerada por alguns como "tardia", mas a verdade é que ela se mostrou necessária (os motivos, eu conto outro dia).
Algumas pessoas que costumavam ler meu blog não poderão mais, a nao ser que falem comigo, eu não me lembro de todo mundo que lia isso aqui.
Ainda falta organizar os links ai do lado, mas isso eu faço outro dia.
That´s all folks!

segunda-feira, dezembro 28, 2009

Desabafo

Outro dia, num momento de tristeza, eu pensei em terminar com esse blog. Pensei em acabar com ele porque olhar pra ele, querer escrever e ter que medir as palavras é muito complicado.
Eu não quero ter que medir o que eu vou escrever, já basta ter que medir minhas palavras quando lido com outros seres humanos. Isso aqui é o meu espaço, criado por mim, para mim.
Eu não quero sentir-me inibida no meu espaço, afinal lê isso aqui quem quer.
Eu quero poder escrever livremente sobre qualquer assunto que queira, usando ou não nomes, dando ou não intimidade.
Para que vocês possam ter idéia do quanto eu me sinto tolhida quanto ao meu blog, vou contar pra vocês um pouco da minha rotina normal ao escrever um texto.
Como a maioria dos meus “leitores” devem ter percebido, meus textos às vezes não apresentam inicio-meio-fim ou então tem o foco mudado no meio dele. Isso acontece porque eu escrevo direto, o que me vem a mente e depois aperto o botão “publicar”.
Eu não releio, não acerto, porque eles são um reflexo do estado da minha cabeça naquele momento.
Nos últimos tempos isso não tem sido verdade. Tudo que escrevo tem que ser pesado, medido e analisado.
Tudo que escrevo tem que passar por uma minuciosa análise para saber se pode ou não ser publicado. Conseqüentemente, o meu tesão pelo blog diminuiu drasticamente, minha vontade de escrever passou, meu desejo de manter isso aqui praticamente acabou...
Hoje, a maior parte dos textos do meu blog possui um txt original e muitas vezes não são publicados no dia que são escritos.
Perdeu a espontaneidade, perdeu o sentido, perdeu a lógica, perdeu o que me encantava.
Pra que ter um “diário” agora, se nem nele eu posso ser completamente sincera?

Reflexões (???) de 2009

Se em dezembro de 2008 alguém me falasse que eu terminaria 2009 apaixonada, eu chamaria de louca, diria que é impossível, imaginaria o quanto essa pessoa conhece pouco a meu respeito.
Se alguém no final de 2008 falasse que no decorrer de 2009 eu encontraria uma pessoa que me completaria, me faria feliz e seria suficiente, eu diria que essa pessoa é uma romântica incurável e que esse tipo de coisa não existe.
Não é que eu não achasse possível me envolver emocionalmente com outra pessoa, eu simplesmente não tinha saco para aturar outras pessoas e muito menos coragem para enfrentar possíveis rejeições ou sofrimentos.
Apesar de não parecer eu sou cagona, sou o tipo de pessoa que prefere se agarrar ao passado a viver novas experiências.
Quanto tempo eu fiquei me apegando a sentimentos antigos, independente se de amor ou de raiva?
Hoje tudo isso é passado, hoje o que eu tenho aconteceu rápido, é intenso, é constante e é arrebatador. Como eu escrevi que queria em 2006.

Então, eu admito meu erro:
Sim, eu estava errada no ano passado;
Sim, é possível encontrar uma pessoa que te complete;
Sim, eu ainda consigo me entregar e pagar de boba escrevendo besteiras em blogs sem ter medo de estar me dando mais do que o outro.


É como se hoje eu tivesse finalmente encontrado o que eu tanto procurei.