the beatles
Composição: John Lennon / Paul McCartney
Try to see it my way
Do I have to keep on talking till I can't go on
While you see it your way
Run the risk of knowing
that our love may soon be gone
We can work it out
We can work it out
Think of what you're saying
You can get it wrong
And still you think that it's all right
Think of what I'm saying
We can work it out
and get it straight or say goodnight
We can work it out
We can work it out
Life is very short
and there's no time
for fussing and fighting,my friend
I have always thought
that it's a crime
So I will ask you once again
Try to see it my way
Only time will tell if I am right or I am wrong
While you see it your way
There's a chance that we might fall apart
Before too long
We can work it out...
segunda-feira, fevereiro 16, 2009
Atire a primeira pedra quem nunca cometeu um pecado.
Algumas pessoas tem mania de se meter em coisas que não lhe dizem respeito pelos mais variados motivos.
Eu falo isso porque faço parte desse grupo de pessoas. Na realidade eu tento não fazer, mas com a desculpa de querer "o melhor" eu interfiro além do que deveria.
Quando o feitiço vira contra o feiticeiro eu percebo o quão isso é ruim.
Tenho vivenciado uma fase meio confusa da minha vida e como sempre, busco auxílio daqueles que me são mais próximos. O problema é a forma como as pessoas reagem. Eu não sei se EU não sei expressar o que quero ou se as pessoas deliberadamente ESCOLHEM passar por cima do que eu preciso e resolvem me dar aquilo que elas ACHAM que eu preciso. Tudo claro, em prol de algo melhor. "Porque só querem o meu bem".
Porque esses seres não param de querer o meu bem e começam a me querer bem?
Antes que alguém fale algo, não quero que passem a mão na minha cabeça, não tolero esse tipo de coisa. Quero alguém que me escute, só.
A opinião vem depois, mas agora o que eu preciso é alguém que me escute, que fique do meu lado em silêncio enquanto eu me derramo.
Não quero mais ter que chorar sozinha antes de chegar nos lugares e depois colocar minha mascara de "Tudo Bem".
É tão difícil assim? Compreender isso? Eu tento não me meter, tento. É complicado em determinadas situações, na realidade a minha real opinião sobre determinados assuntos eu não falo com a pessoa em questão, mas com outras, justamente para não ser rude num momento que a pessoa está mais frágil.
Mas, como diria um amigo meu, as pessoas não são você.
Eu falo isso porque faço parte desse grupo de pessoas. Na realidade eu tento não fazer, mas com a desculpa de querer "o melhor" eu interfiro além do que deveria.
Quando o feitiço vira contra o feiticeiro eu percebo o quão isso é ruim.
Tenho vivenciado uma fase meio confusa da minha vida e como sempre, busco auxílio daqueles que me são mais próximos. O problema é a forma como as pessoas reagem. Eu não sei se EU não sei expressar o que quero ou se as pessoas deliberadamente ESCOLHEM passar por cima do que eu preciso e resolvem me dar aquilo que elas ACHAM que eu preciso. Tudo claro, em prol de algo melhor. "Porque só querem o meu bem".
Porque esses seres não param de querer o meu bem e começam a me querer bem?
Antes que alguém fale algo, não quero que passem a mão na minha cabeça, não tolero esse tipo de coisa. Quero alguém que me escute, só.
A opinião vem depois, mas agora o que eu preciso é alguém que me escute, que fique do meu lado em silêncio enquanto eu me derramo.
Não quero mais ter que chorar sozinha antes de chegar nos lugares e depois colocar minha mascara de "Tudo Bem".
É tão difícil assim? Compreender isso? Eu tento não me meter, tento. É complicado em determinadas situações, na realidade a minha real opinião sobre determinados assuntos eu não falo com a pessoa em questão, mas com outras, justamente para não ser rude num momento que a pessoa está mais frágil.
Mas, como diria um amigo meu, as pessoas não são você.
quarta-feira, fevereiro 11, 2009
Tenho Tanto Sentimento
Como não poderia deixar de ser, Fernando Pessoa, assim como eu, é Geminiano...
Não preciso nem dizer que é a minha cara, não?
Tenho Tanto Sentimento
(Fernando Pessoa)
Tenho tanto sentimento
Que é freqüente persuadir-me
De que sou sentimental,
Mas reconheço, ao medir-me,
Que tudo isso é pensamento,
Que não senti afinal.
Temos, todos que vivemos,
Uma vida que é vivida
E outra vida que é pensada,
E a única vida que temos
É essa que é dividida
Entre a verdadeira e a errada.
Qual porém é a verdadeira
E qual errada, ninguém
Nos saberá explicar;
E vivemos de maneira
Que a vida que a gente tem
É a que tem que pensar.
Não preciso nem dizer que é a minha cara, não?
Tenho Tanto Sentimento
(Fernando Pessoa)
Tenho tanto sentimento
Que é freqüente persuadir-me
De que sou sentimental,
Mas reconheço, ao medir-me,
Que tudo isso é pensamento,
Que não senti afinal.
Temos, todos que vivemos,
Uma vida que é vivida
E outra vida que é pensada,
E a única vida que temos
É essa que é dividida
Entre a verdadeira e a errada.
Qual porém é a verdadeira
E qual errada, ninguém
Nos saberá explicar;
E vivemos de maneira
Que a vida que a gente tem
É a que tem que pensar.
Acidentes
Os acidentes acontecem pelos motivos mais variados.
A maior parte deles acontece porque de alguma forma nos colocamos em situação de risco, nos expomos.
Esse tipo de acidente, é como andar no para-peito de um prédio e depois cair acidentalmente.
Quem anda no para-peito corre risco por escolha. Não escolhe cair, mas escolhe se arriscar e quem sai na chuva é pra se molhar.
Esse é meu problema: eu adoro um para-peito. adoro correr riscos, me testar, ver até onde eu posso ir, etc, etc.
Normalmente uso uma rede de segurança. tenho meia duzia de bombeiros embaixo do prédio com aquelas camas elásticas... Mas em alguns casos raros eu dispenso essa equipe de resgate.
Uma das minhas resoluções de ano novo foi acabar com essa equipe. Essa resolução era consequencia da minha idéia de ir de cabeça num relacionamento.
Eu realmente achei que nunca mais me aproximaria de um para-peito.
Pelo menos não para andar em cima... heheheheh
Agora me vejo novamente fazendo acrobacias em locais bem altos e sem bombeiros. Só com um paraquedas.
Tomara que tenha altura suficiente pro paraquedas abrir.
A maior parte deles acontece porque de alguma forma nos colocamos em situação de risco, nos expomos.
Esse tipo de acidente, é como andar no para-peito de um prédio e depois cair acidentalmente.
Quem anda no para-peito corre risco por escolha. Não escolhe cair, mas escolhe se arriscar e quem sai na chuva é pra se molhar.
Esse é meu problema: eu adoro um para-peito. adoro correr riscos, me testar, ver até onde eu posso ir, etc, etc.
Normalmente uso uma rede de segurança. tenho meia duzia de bombeiros embaixo do prédio com aquelas camas elásticas... Mas em alguns casos raros eu dispenso essa equipe de resgate.
Uma das minhas resoluções de ano novo foi acabar com essa equipe. Essa resolução era consequencia da minha idéia de ir de cabeça num relacionamento.
Eu realmente achei que nunca mais me aproximaria de um para-peito.
Pelo menos não para andar em cima... heheheheh
Agora me vejo novamente fazendo acrobacias em locais bem altos e sem bombeiros. Só com um paraquedas.
Tomara que tenha altura suficiente pro paraquedas abrir.
Até Aqui Estou Bem
O Medo e a Coragem
Um grande rei pediu que o seu mago lhe truxesse o homem mais corajoso do mundo
para uma missão perigosa.
O mago trouxe três homens diante do rei para fazerem um teste.
Todos foram para um campo onde havia um celeiro na extremidade oposta.
Disse o mago:
-Vocês têm que ir até o celeiro e trazer o que estiver lá dentro. Vai um de cada vez.
O primeiro homem começou a atravessar o campo muito seguro de si, mas de repente caiu uma terrível tempestade, que fazia o chão tremer. O homem teve medo, mas continuou. A tempestade foi aumentando, fazendo um barulho ensurdecedor. O homem não agüentou a intensidade das chuvas e tremores e caiu no chão.
O segundo homem observou a situação e resolveu atravessar correndo o campo. Logo ultrapassou o colega caído no chão. Continuou correndo, mas as inundações e os raios eram horríveis. Abriu-se um buraco no chão e o homem também caiu.
O terceiro homem decidiu caminhar bem devagar, testando os passos. Estava muito apavorado, mas seu maior medo era ser chamado de covarde. Ultrapassou o primeiro homem e pensou: “Até aqui estou bem”. Continuou lentamente, enquanto o céu escurecia e o campo quase virava um lago. Chegou perto do segundo homem e pensou: “Até aqui estou bem “. Vagarosamente alcançou o celeiro que quase desmoronava e pensou: “Se continuo bem até aqui, continuarei avançando”.
Entrou no celeiro quando tudo caía à sua volta. Imediatamente a tempestade parou, o céu ficou claro e o sol brilhou.
Dentro do celeiro um cavalo branco selado e uma armadura de prata. O homem vestiu a armadura, montou o cavalo e foi ao encontro do rei e do mago apresentando-se:
- Senhor, estou pronto para a missão.
O rei perguntou:
- Como você está se sentindo?
- Até aqui, estou bem.
(não lembro autoria)
Um grande rei pediu que o seu mago lhe truxesse o homem mais corajoso do mundo
para uma missão perigosa.
O mago trouxe três homens diante do rei para fazerem um teste.
Todos foram para um campo onde havia um celeiro na extremidade oposta.
Disse o mago:
-Vocês têm que ir até o celeiro e trazer o que estiver lá dentro. Vai um de cada vez.
O primeiro homem começou a atravessar o campo muito seguro de si, mas de repente caiu uma terrível tempestade, que fazia o chão tremer. O homem teve medo, mas continuou. A tempestade foi aumentando, fazendo um barulho ensurdecedor. O homem não agüentou a intensidade das chuvas e tremores e caiu no chão.
O segundo homem observou a situação e resolveu atravessar correndo o campo. Logo ultrapassou o colega caído no chão. Continuou correndo, mas as inundações e os raios eram horríveis. Abriu-se um buraco no chão e o homem também caiu.
O terceiro homem decidiu caminhar bem devagar, testando os passos. Estava muito apavorado, mas seu maior medo era ser chamado de covarde. Ultrapassou o primeiro homem e pensou: “Até aqui estou bem”. Continuou lentamente, enquanto o céu escurecia e o campo quase virava um lago. Chegou perto do segundo homem e pensou: “Até aqui estou bem “. Vagarosamente alcançou o celeiro que quase desmoronava e pensou: “Se continuo bem até aqui, continuarei avançando”.
Entrou no celeiro quando tudo caía à sua volta. Imediatamente a tempestade parou, o céu ficou claro e o sol brilhou.
Dentro do celeiro um cavalo branco selado e uma armadura de prata. O homem vestiu a armadura, montou o cavalo e foi ao encontro do rei e do mago apresentando-se:
- Senhor, estou pronto para a missão.
O rei perguntou:
- Como você está se sentindo?
- Até aqui, estou bem.
(não lembro autoria)
sexta-feira, fevereiro 06, 2009
Piano
Quando eu era pequena, sempre ficava fissurada vendo minha mãe tocar piano. Sentava do lado do piano e ficava ali, ouvindo a música e vendo as teclas descerem.
Anos depois conheci o Wind e o vi tocando piano.
Mesmo não sendo amiga dele de imediato, sempre gostei de vê-lo tocando.
Depois, gostei ainda mais.
Olhando o blog dele, eu tive a sensação de estar de novo naquele apartamento de copacabana, que frequentei por tão pouco tempo, ouvindo-o tocar.
Lembro de acordar de madrugada com aquela música ao fundo e ir sem barulho para a sala, sentar no sofá na reta do piano e ficar la quietinha, com a cabeça recostada no encosto do sofá ouvindo a música.
Eu tinha muito medo de atrapalhar esse momento, de interromper.
Tinha a sensação que aquilo era como uma invasão, mas também não conseguia me afastar.
Como eu gostava de ouvi-lo tocar.
Anos depois conheci o Wind e o vi tocando piano.
Mesmo não sendo amiga dele de imediato, sempre gostei de vê-lo tocando.
Depois, gostei ainda mais.
Olhando o blog dele, eu tive a sensação de estar de novo naquele apartamento de copacabana, que frequentei por tão pouco tempo, ouvindo-o tocar.
Lembro de acordar de madrugada com aquela música ao fundo e ir sem barulho para a sala, sentar no sofá na reta do piano e ficar la quietinha, com a cabeça recostada no encosto do sofá ouvindo a música.
Eu tinha muito medo de atrapalhar esse momento, de interromper.
Tinha a sensação que aquilo era como uma invasão, mas também não conseguia me afastar.
Como eu gostava de ouvi-lo tocar.
quarta-feira, fevereiro 04, 2009
Só pra encerrar o dia com chave de ouro
"Não sei por que todos me adoram se ninguém entende minhas idéias."
(Albert Einstein)
(Albert Einstein)
Sorriso
Ok, muita gente (não muita, afinal poucos leêm isso aqui) não deve ter entendido o que diabos significou aquele post tosco sobre o Sorriso.
o que acontece é o seguinte, durante um certo tempo da minha vida o Sorriso foi uma pessoa muito importante, um amigo próximo, confidente, a pessoa que me emprestava o ombro e que eu tentava emprestar às vezes. Mas isso acabou a alguns anos.
Mesmo assim, eu e minha necessidade perturbadora de resolver questões do passado, não deixamos isso morrer totalmente dentro de mim. Eu mantive a idéia de amigos distantes, como se não convivêssemos hoje, mas continuássemos amigos. Aquela ilusão de que o contato se foi por algum motivo alheio a nossa vontade, mas convenhamos, como duas pessoas que se dizem amigas ficam por 6 anos sem se falar? Tendo como pegar telefone etc? Só existe uma única explicação: Não são tão amigas assim.
E não é só da parte dele não, porque eu não quis também. Eu algumas vezes convidei para aniversário ou para chá de bebê, mas nunca me interessei em voltar a conviver direto.
Encontrar com ele na sexta passada foi complicado, porque eu nem tinha certeza se eu iria e muito menos se ele iria. Até chegar no local.
Como eu já cheguei lá vindo de outra festa, o meu estado mental não era sóbrio.
Nem acho que eu estivesse muiiito bebada não, mas alterada com certeza.
Quando ele chegou, ele foi sentar na outra ponta, isso para mim foi um sinal de: "Não quero papo com a Roberta". Infantilidade minha pensar isso? Com certeza, mas analisando os prós e contras cheguei a essa conclusão: Estava me evitando.
Só pra poder ser clara:
1) O Aniversariante (motivo dele ter ido) estava ao meu lado, nada mais justo do que ele querer ficar próximo ao aniversariante.
2) A maior parte das pessoas que ele conhecia estavam perto de mim
3) Onde eu estava era menos apertado e melhor ventilado
Conclusão, ele ficou longe, eu tava alta e meio irritada com esse "gelo". Não precisa ser amigo, mas ignorar é a morte pra mim.
Logo, eu comecei a puxar assuntos aleatórios com ele, falando sobre a minha vida e coisas que aconteceram comigo nesses ultimos 6 anos (imbecil, mas eu não sabia exatamente o que conversar).
Foi tosco, mas piorou depois que fui embora.
Porque eu mandei mensagem para ele...
Pior é que não era uma necessidade de tê-lo na minha vida, agora eu acho que foi única e exclusivamente, porque ele não me deu a menor atenção.
No dia eu me senti como me sentia antes, precisando de colo. Eu precisava de colo pela nostalgia do colo e não porque algo aconteceu.
No dia seguinte me senti malzão pela mensagem e tal, mas o wind disse que se ele realmente me conhece, ele irá ignorar aquela mensagem, porque vai saber que foi nostalgia de bebum.
Vamos ver o desencadear dessa história...
"As pessoas realmente ligadas não precisam de ligação física. Quando se reencontram, mesmo depois de muitos anos afastados, sua amizade é tão forte quanto sempre."
(Deng Ming-Dao)
o que acontece é o seguinte, durante um certo tempo da minha vida o Sorriso foi uma pessoa muito importante, um amigo próximo, confidente, a pessoa que me emprestava o ombro e que eu tentava emprestar às vezes. Mas isso acabou a alguns anos.
Mesmo assim, eu e minha necessidade perturbadora de resolver questões do passado, não deixamos isso morrer totalmente dentro de mim. Eu mantive a idéia de amigos distantes, como se não convivêssemos hoje, mas continuássemos amigos. Aquela ilusão de que o contato se foi por algum motivo alheio a nossa vontade, mas convenhamos, como duas pessoas que se dizem amigas ficam por 6 anos sem se falar? Tendo como pegar telefone etc? Só existe uma única explicação: Não são tão amigas assim.
E não é só da parte dele não, porque eu não quis também. Eu algumas vezes convidei para aniversário ou para chá de bebê, mas nunca me interessei em voltar a conviver direto.
Encontrar com ele na sexta passada foi complicado, porque eu nem tinha certeza se eu iria e muito menos se ele iria. Até chegar no local.
Como eu já cheguei lá vindo de outra festa, o meu estado mental não era sóbrio.
Nem acho que eu estivesse muiiito bebada não, mas alterada com certeza.
Quando ele chegou, ele foi sentar na outra ponta, isso para mim foi um sinal de: "Não quero papo com a Roberta". Infantilidade minha pensar isso? Com certeza, mas analisando os prós e contras cheguei a essa conclusão: Estava me evitando.
Só pra poder ser clara:
1) O Aniversariante (motivo dele ter ido) estava ao meu lado, nada mais justo do que ele querer ficar próximo ao aniversariante.
2) A maior parte das pessoas que ele conhecia estavam perto de mim
3) Onde eu estava era menos apertado e melhor ventilado
Conclusão, ele ficou longe, eu tava alta e meio irritada com esse "gelo". Não precisa ser amigo, mas ignorar é a morte pra mim.
Logo, eu comecei a puxar assuntos aleatórios com ele, falando sobre a minha vida e coisas que aconteceram comigo nesses ultimos 6 anos (imbecil, mas eu não sabia exatamente o que conversar).
Foi tosco, mas piorou depois que fui embora.
Porque eu mandei mensagem para ele...
Pior é que não era uma necessidade de tê-lo na minha vida, agora eu acho que foi única e exclusivamente, porque ele não me deu a menor atenção.
No dia eu me senti como me sentia antes, precisando de colo. Eu precisava de colo pela nostalgia do colo e não porque algo aconteceu.
No dia seguinte me senti malzão pela mensagem e tal, mas o wind disse que se ele realmente me conhece, ele irá ignorar aquela mensagem, porque vai saber que foi nostalgia de bebum.
Vamos ver o desencadear dessa história...
"As pessoas realmente ligadas não precisam de ligação física. Quando se reencontram, mesmo depois de muitos anos afastados, sua amizade é tão forte quanto sempre."
(Deng Ming-Dao)
Explicações iniciais
Eu estou devendo alguns posts, algumas explicações, algumas "análises profundas", então resolvi começar agora, por partes, a medida que a inspiração vem.
Provável que os próximos 2 ou 3 posts façam parte dessa "dívida".
Provável que os próximos 2 ou 3 posts façam parte dessa "dívida".
Ministério da Saúde Adverte: Sinceridade demais é prejudicial à Saúde.
Até que ponto a sinceridade entre dois amigos é necessária?
Eu sempre achei que amigo de verdade fosse aquele com quem eu pudesse compartilhar todos os momentos da minha vida, todos os detalhes, tudo que sinto...
Hoje já não tenho mais certeza se essa sinceridade toda é necessária. Não que eu ache que a mentira é a saída, mas acho que existem determinadas coisas que deveriam ser guardadas, ou que pelo menos seja preciso esperar o momento ideal para dizê-las.
Engraçado essa mudança de postura minha, até porque eu não consigo evitar de contar algumas coisas para determinadas pessoas, mas agora acho que algumas dessas pessoas não precisam desse tipo de informação.
Eu sempre fui do tipo que prefire saber. Seja com namorado, amigo com quem for. Prefiro saber como foram os namoros anteriores, os relacionamentos, tudo. Mas mesmo essa sinceridade toda, tinha momento para acontecer.
Sou uma pessoa capaz de querer saber detalhes íntimos de namoros anteriores de namorados meus, mas eu só quero saber esses detalhes quando eu pergunto. Esse é o momento certo para essa "sinceridade", pois estou preparada para saber.
Por conta disso, minha forma de lidar com os outros é a mesma. Acho que as pessoas me contarão o que quer que seja, quando lhes for conveniente. Não há motivo para pressão.
Veja bem essa regra não serve para detalhes intimos dos relacionamentos anteriores de namorados meus. Não é pra ele do nada ficar comentando sobre como fulana era boa... Ou como era gentil nem nada do genero... rs
Sou maluca, mas não tenho sangue de barata :D
Quando eu conheço uma pessoa que me interessa (como amigo ou algo mais),a minha primeira reação costuma ser querer ser sincera e me mostrar como eu sou e, sinceramente, a maior parte das pessoas não está pronta pra isso.
Eu sempre achei que amigo de verdade fosse aquele com quem eu pudesse compartilhar todos os momentos da minha vida, todos os detalhes, tudo que sinto...
Hoje já não tenho mais certeza se essa sinceridade toda é necessária. Não que eu ache que a mentira é a saída, mas acho que existem determinadas coisas que deveriam ser guardadas, ou que pelo menos seja preciso esperar o momento ideal para dizê-las.
Engraçado essa mudança de postura minha, até porque eu não consigo evitar de contar algumas coisas para determinadas pessoas, mas agora acho que algumas dessas pessoas não precisam desse tipo de informação.
Eu sempre fui do tipo que prefire saber. Seja com namorado, amigo com quem for. Prefiro saber como foram os namoros anteriores, os relacionamentos, tudo. Mas mesmo essa sinceridade toda, tinha momento para acontecer.
Sou uma pessoa capaz de querer saber detalhes íntimos de namoros anteriores de namorados meus, mas eu só quero saber esses detalhes quando eu pergunto. Esse é o momento certo para essa "sinceridade", pois estou preparada para saber.
Por conta disso, minha forma de lidar com os outros é a mesma. Acho que as pessoas me contarão o que quer que seja, quando lhes for conveniente. Não há motivo para pressão.
Veja bem essa regra não serve para detalhes intimos dos relacionamentos anteriores de namorados meus. Não é pra ele do nada ficar comentando sobre como fulana era boa... Ou como era gentil nem nada do genero... rs
Sou maluca, mas não tenho sangue de barata :D
Quando eu conheço uma pessoa que me interessa (como amigo ou algo mais),a minha primeira reação costuma ser querer ser sincera e me mostrar como eu sou e, sinceramente, a maior parte das pessoas não está pronta pra isso.
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